Eu sou a mãe mais antiga do planeta,
sou uma mãe sem preconceito,
amo a todos, pois todos são filhos meus.
Só me perco ao não saber
se são todos os meus filhos
que me amam assim, como eu os amo.
Pois, adoro minhas árvores,
Reino Plantae, oh! Lindo reino plantae,
mas sinto que estou perdendo-as,
estão sendo reduzidas a cinzas
por queimadas e desmatamentos.
Mesmo sem se quer terem completado
seu ciclo natural, perdidas, no esquecimento.
Meu ar, meus pulmões,
encontram-se em estado de “Help”,
pois, mais parecem pulmões de uma
pessoa que fuma desde o século XIX ou seria XVIII?
Carros, indústrias e seus gases
estão me asfixiando.
Minhas águas, nem as reconheço,
pois até parecem uma pintura com
tantas cores só que não são
de meus peixes, meus corais.
Mas, sim de impurezas de esgotos,
que esses meus nem são.
Meus pequenos animais “irracionais”,
tão pequenos, tão instintivos
sendo caçados e retirados de seu habitat.
Tão perdidos em buscas incessantes
por lucro, lucro sempre ele.
Aos meus seres humanos, digo-lhes
Que mágoas de vocês não tenho, só lhe
faço uma pergunta, será que tudo que fazes
contra mim vai valer a pena?
Nathálya Marinho
Nathálya Marinho
Senhores leitores, Obrigada pela atenção!

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