domingo, 15 de janeiro de 2012

Estaria se acabando o que era bom?



A inocência, a paciência, o romantismo, a prudência, os ensinamentos passados de geração para geração, o respeito, os contos de fadas, a decência...estão sendo perdidos?


Não nasci em um tempo de ouro, pelo menos não igual os tempos que admiro... mas, nasci em um tempo onde crianças eram crianças, meninas brincavam de bonecas e meninos de carrinhos, cantavam musiquinhas que seus pais os ensinavam, jogavam bola, roubavam bandeiras, andavam de bicicleta... computador? Eu não conhecia, celular? Eu não tinha, MP3? Ham?... E ainda era feliz.
Hoje parece não existir mais a inocência, não aquela inocência. As crianças são adultos precoces. Os contos de fadas estão desacreditados, ninguém mais os conta, ninguém mais os escuta, são desconhecidos. As crianças não respeitam mais seus familiares, professores, a sociedade...Por que? Negligência, mídia, influências...
Crianças que tornam-se adolescentes, adultos sem romantismo...sem aquele amor que mostram nos filmes, só querem ficar... quando encontram alguém, logo se acaba. Imaturidade?... Se transformam em pessoas impacientes, que parecem correr sempre contra o tempo... atualmente adoram a beleza, mas não a interior e sim, a exterior.
Crianças que não escutam mais musiquinhas... curtem um tal " é o pente " ou " ai se eu te pego" ... fazem gestos que não deveriam fazer parte de suas vidas, naquele momento... ficam descrentes em coisas que seus pais aprenderam no passado e hoje querem ensinar... estão se tornando adolescentes e adultos imprudentes, que fazem uso de qualquer tipo de violência...
Os tempos são outros, infelizmente. Mas, as mudanças foram ocorrendo rápido demais, as pessoas foram crescendo rápido demais... não deveria ser assim, pois tudo tem o seu tempo, sua história... as pessoas não deveriam ultrapassar as fases de suas vidas e sim viver um dia após o outro, fase após fase... viver e pensar que palavras como limite e tempo não existem atoa. E pensar, não estaria se acabando o que era bom?




Feito por Nathálya Marinho




Queridos leitores, obrigada pela atenção!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Arte, o prazer em se viver!



A arte!

É ouvir, sentir, ver, sorrir, compreender, chorar, se emocionar, sonhar... É uma das belezas da vida que nos envolve, que nos instiga, que nos dá esperança, que nos dá oportunidades.

A música!
A pintura!
O teatro!
A poesia!
A dança!
O cinema!
A vida...

As músicas, os musicais... o ouvir de sons magníficos, que nos envolvem, nos emocionam, nos passam tranquilidade como Ennio Morricone - na trilha de cinema paradiso. Enquanto escrevo a escuto, é inspiração.
A pintura, os quadros, os afrescos...o olhar, o imaginar, as sensações, as emoções... na perfeição das obras de Da Vinci, no envolvimento da arte de Frida, na fuga dos traços perfeitos de Tarsila do Amaral...
O teatro, ah! o teatro... e a mágica do atuar, a experiência, o que é real... a broadway...
A poesia, os textos, os livros... a arte das palavras, do rimar, do sonhar... é no saber expressar de Pablo Neruda...Khaled Hosseini mostrando a verdadeira amizade em "O caçador de pipas" e John Boyne em "O menino do pijama listrado", no drama de William Shakespeare...
A dança, o prazer... o se mover, a cinesologia, a mágica... seja no balé, seja no hip hop...
O cinema, os filmes... é mostrar o sonhar como no Mágico de Oz, o cantar e dançar na chuva, a determinação e o amor como em "Funny girl"...
E a vida que é a junção de tudo isso! E tudo isso se transformando no prazer em se viver!


Feito por Nathálya Marinho

Senhores leitores, vivam a arte!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A única certeza é a incerteza



Na vida fazemos várias escolhas, seguimos diversos caminhos e lidamos com várias situações no dia-a-dia. Mas, como saber o que é certo, como saber se aquilo o que fazemos é certo.
Somos seres pensantes e que sempre acionamos a desconfiança nas ideias, nunca sabemos o que é certo ou errado vai depender das circunstâncias, só sabemos que sempre viveremos eternas dúvidas em diversas situações, por que a dúvida é o combustível que aquece o nosso pensamento e proporciona as nossas ações.
A incerteza de algo é a única certeza que temos, pois sempre em qualquer situação agimos pensando que aquilo é certo para aquele momento, mas posteriormente as pessoas ficam a se perguntar se era aquilo mesmo, se não poderia ter sido diferente.
Portanto, a vida é uma caixinha de incertezas, onde a única certeza é que tudo é incerto, que não compreendemos os vários significados da vida, que buscamos, que tentamos acertar, mas sempre haverá o poder de nos ausentarmos da convicção, de desconfiar, de duvidar.

"Só sei que nada sei."
- citado por Platão in: "Apologia de Sócrates", o primeiro discurso, 21d

Feito por Nathálya Marinho

Obrigada pela atenção, queridos leitores!

sábado, 26 de novembro de 2011

Solidariedade

(Nathy Marinho)

A vida nos dá vários caminhos. Nós meros mortais vivemos dia após dia em dicotomias como amor e ódio, bem e mal, ser ou não ser... cabe a nós escolher como queremos seguir.
Ser solídário, ser fraterno, ser amigo, ser irmão... Podemos seguir esse caminho, fazer pelos outros aquilo que gostaríamos que os mesmos fizessem por nós, respeitar, ajudar, compartilhar, amar o próximo como a nós mesmos... e com tudo aprender a se colocar no lugar das outras pessoas.
Primeiro aprender a conhecer e amar a si próprio, por que só assim estaremos abrindo as portas e caminhos para respeitar as outras pessoas. Respeitar ambas as partes é o primeiro passo, para que em nossa trajetória de vida possamos fazer jus à palavras como solidariedade e fraternidade.
Há uma palavra essencial nesse processo "aproximação", temos que saber nos aproximar... não é chegar esperando algo em troca, não é ajudar sempre esperando algo... é simplesmente ajudar  por que o outro necessita, é fazer para se sentir bem, para que o outro se sinta bem, é humanizar, é saber enxergar o que o outro precisa, é ter o coração bom e a mente aberta...
É quando você ver a necessidade de um amigo, inimigo ou um desconhecido parar para ajudar, para escutar, alimentar, abrigar, é quando um colega te pedir ajuda para estudar e você na mesma hora dizer "claro que sim, pode contar comigo", é ser companheiro, é compartilhar... e acima de tudo é ter espontaneidade.
Enfim, podemos viver nossa individualidade, mas não podemos esquecer que não vivemos sem as outras pessoas, a vida é coletiva, então vamos construir fraternidade, vamos ser irmãos. Vivemos os momentos, as ações, e tudo isso pode gerar solidariedade, nos ajudando a ter uma melhor estadia neste mundo, neste plano.

Feito por Nathálya Marinho


Hino da Campanha da Fraternidade de 2009, fonte: http://www.youtube.com/watch?v=S_2nLCXIYsI



Obrigada pela atenção, queridos leitores!






sábado, 5 de novembro de 2011

Que saudades que tenho



A saudade tem que existir para que nós mortais possamos, sentir a falta das pessoas queridas e amadas, para que os momentos bons fiquem na memória, para que as lembranças sobrevivam, enfim, é um dos sentimentos que existem para lidarmos com a vida, quando sentimos que já perdemos esperança, quando pensamos, quando estamos sozinhos...
Existem várias maneiras de concretizar esse sentimento, tudo vai depender do momento e da necessidade de cada um. Podemos sentir saudade de várias pessoas e acontecimentos.
É como diz Casimiro de Abreu em “Meus oito anos”:
“Oh! que saudades que eu tenho/ Da aurora da minha vida/ Da minha infância querida/ Que os anos não trazem mais!...”
Quem não tem saudades dessa fase da vida, onde o que prevalece é a inocência, as brincadeiras, os jogos, as literaturas infantis, as musiquinhas, as dançinhas que nossos pais adoravam nos ver fazer... Muita falta venho a sentir, por que são tempos que não voltam mais, mas que são constantes em minha memória.
Oh! Que saudades que tenho das pessoas queridas que já não voltam mais, pessoas que quando coloco a cabeça no travesseiro a noite, sinto à ausência, e são lágrimas que sinto sair de meus olhos, pessoas cuja as lembranças aquecem meu coração, pessoas que não saem do meu pensamento, por que através de seus atos na aqui na terra, se tornaram em minha vida, inesquecíveis.
Amigos distantes, que não são esquecidos pela falta que fazem em minha vida. Oh! Que saudades que tenho de quando acontece alguma coisa, de correr para vocês e contar, saudades da escola, de chamar a professora de tia, da imitação dos personagens que tinham nos filmes, das risadas, das piadas, de como algumas pessoas eram, de como eu era.
Saudades das pessoas que eu deixei em busca dos meus sonhos. Saudades de tudo que sonhei quando era uma menininha, dos desenhos animados que traziam felicidades, dos desenhos que eu fazia sem pensar na realidade, das poesias que eu escrevia por que gostava de como as rimas saiam... Enfim, que saudades que tenho.


Feito por Nathálya Marinho

   
30 de janeiro celebra-se o "Dia da Saudade".


Senhores leitores, obrigada pela atenção!

Ontem foi seu dia




Ontem foi seu dia, meus parabéns!
Desculpe não estar perto para comemorar.
Deus coloca várias pessoas em nosso caminho, mas só as que realmente valem à pena, permanecem. Pessoas amigas, especiais, pessoas que chegaram há pouco tempo, mas conquistam uma parte em nosso coração, você é uma dessas pessoas em minha vida.
Então na comemoração de mais um ano de sua vida, ficando velhinha, ganhando experiência, experimentando o valor das verdadeiras amizades, sentindo o amor da família... É o que o aniversário representa, além de festa, bolo e o dia em que nascemos, é onde a gente vê o que representa a nossa vida e quem realmente faz parte dela.
Desejo-te toda felicidade, paz e saúde do mundo. Você merece tudo de bom. Por que você é assim, todos que te conhecem, logo aprendem a gostar de ti... Sincera, brincalhona, amiga, inteligente, risonha... A Dardia que conheci. Continue assim, sendo especial para tudo e todos, amiga. Meus parabéns!


Feito por Nathálya Marinho  


Senhores leitores, obrigada pela atenção!