domingo, 29 de janeiro de 2012

Viver!



É caminhar contra o vento, sem lenço e sem documento!  Com certeza querido Caetano é assim que estou vivendo...Caminhando contra o vento, sem medo, sem escudo, sendo apenas quem sou... fazendo mais, apreciando mais, me divertindo mais... como me encontro? Em estado de plena felicidade.

Não me importando, crescendo, curtindo, me afastando de quem não merece o meu apreço...esquecendo de tudo e de todos que não me fazem bem...dando valor a tudo que faz o mal se afastar de mim!


Fazendo como Chico.

"Estou guardando o meu bodoque
E ensaiando o rock para as matinês..."

Estou andando pela estrada amarela, conhecendo um mundo novo...com personagens que as vezes parecem nem existir de tão magníficos... Como me fazem bem! Como eu me faço bem!

Viver ao ar livre, respirando novos ares... correndo, dançando, cantando, suspirando, vivendo... 

Feito por Nathálya Marinho


Queridos leitores, vivam tudo que puderem e sejam felizes!





terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Voz ativa e nenhuma vontade de usar!





Hoje, mais do que nunca temos voz ativa!


O que acontece então, por que tudo parece piorar? Houve um tempo no Brasil, o tempo de censura, de tortura, de violência, de repressão... um tempo de impedimento da liberdade de expressão, de bloqueio das formas de pensar, de agir. 

As pessoas queriam o que Chico Buarque expressava em sua canção, roda viva:

"Tem dias que a gente se sente
  Como quem partiu ou morreu
  A gente estancou de repente
  Ou foi o mundo então que cresceu
  A gente quer ter voz ativa
  No nosso destino mandar..."

Nessa época as pessoas lutavam por seus direitos, elas tomavam iniciativa...mas existia uma força militar. Tentavam, lutavam, encaravam... para no próprio destino mandar e voz ativa conquistar. Mas, sempre chegava a RODA VIVA para intimidar e levar tudo "pra lá". Censuravam a arte (músicas, teatros...), comunicação... mas, os mesmos sempre conseguiam um meio de falar, de protestar.

"A roda de samba acabou
  A gente toma a iniciativa
  Viola na rua, a cantar..."

Esse período foi 1964-1985, o povo era perseguido por ir contra a corrente. Perseguição de todas as formas até não poder resistir... o que não parou os protestos estudantis, as reações e organizações contra o regime, o povo se unindo e lutando contra a repressão.


"  Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não..."

" Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão..."

"Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão..."


Apesar das lutas, as pessoas acreditavam na mudança, em um tempo bem próximo onde valeria a opinião... eram soldados perdidos, acreditando nas flores vencendo o canhão.
E nós? Até quando vamos esperar o pior acontecer?...Hoje, temos voz ativa e nenhuma força de lutar, de falar. Possuímos tudo que povos passados lutaram para conquistar e nenhuma vontade de usar. O principal nós temos, é a voz... então, não fechemos os olhos para às coisas, para tudo... Vamos tirar o cabresto e fazer acontecer. Tem tanta coisa que esse mundo precisa melhorar, vocês sabem, não preciso citar!

E para terminar o texto só tenho uma coisa a dizer:

"Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer..."


Feito por Nathálya Marinho

Queridos leitores, obrigada pela atenção!



domingo, 15 de janeiro de 2012

Estaria se acabando o que era bom?



A inocência, a paciência, o romantismo, a prudência, os ensinamentos passados de geração para geração, o respeito, os contos de fadas, a decência...estão sendo perdidos?


Não nasci em um tempo de ouro, pelo menos não igual os tempos que admiro... mas, nasci em um tempo onde crianças eram crianças, meninas brincavam de bonecas e meninos de carrinhos, cantavam musiquinhas que seus pais os ensinavam, jogavam bola, roubavam bandeiras, andavam de bicicleta... computador? Eu não conhecia, celular? Eu não tinha, MP3? Ham?... E ainda era feliz.
Hoje parece não existir mais a inocência, não aquela inocência. As crianças são adultos precoces. Os contos de fadas estão desacreditados, ninguém mais os conta, ninguém mais os escuta, são desconhecidos. As crianças não respeitam mais seus familiares, professores, a sociedade...Por que? Negligência, mídia, influências...
Crianças que tornam-se adolescentes, adultos sem romantismo...sem aquele amor que mostram nos filmes, só querem ficar... quando encontram alguém, logo se acaba. Imaturidade?... Se transformam em pessoas impacientes, que parecem correr sempre contra o tempo... atualmente adoram a beleza, mas não a interior e sim, a exterior.
Crianças que não escutam mais musiquinhas... curtem um tal " é o pente " ou " ai se eu te pego" ... fazem gestos que não deveriam fazer parte de suas vidas, naquele momento... ficam descrentes em coisas que seus pais aprenderam no passado e hoje querem ensinar... estão se tornando adolescentes e adultos imprudentes, que fazem uso de qualquer tipo de violência...
Os tempos são outros, infelizmente. Mas, as mudanças foram ocorrendo rápido demais, as pessoas foram crescendo rápido demais... não deveria ser assim, pois tudo tem o seu tempo, sua história... as pessoas não deveriam ultrapassar as fases de suas vidas e sim viver um dia após o outro, fase após fase... viver e pensar que palavras como limite e tempo não existem atoa. E pensar, não estaria se acabando o que era bom?




Feito por Nathálya Marinho




Queridos leitores, obrigada pela atenção!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Arte, o prazer em se viver!



A arte!

É ouvir, sentir, ver, sorrir, compreender, chorar, se emocionar, sonhar... É uma das belezas da vida que nos envolve, que nos instiga, que nos dá esperança, que nos dá oportunidades.

A música!
A pintura!
O teatro!
A poesia!
A dança!
O cinema!
A vida...

As músicas, os musicais... o ouvir de sons magníficos, que nos envolvem, nos emocionam, nos passam tranquilidade como Ennio Morricone - na trilha de cinema paradiso. Enquanto escrevo a escuto, é inspiração.
A pintura, os quadros, os afrescos...o olhar, o imaginar, as sensações, as emoções... na perfeição das obras de Da Vinci, no envolvimento da arte de Frida, na fuga dos traços perfeitos de Tarsila do Amaral...
O teatro, ah! o teatro... e a mágica do atuar, a experiência, o que é real... a broadway...
A poesia, os textos, os livros... a arte das palavras, do rimar, do sonhar... é no saber expressar de Pablo Neruda...Khaled Hosseini mostrando a verdadeira amizade em "O caçador de pipas" e John Boyne em "O menino do pijama listrado", no drama de William Shakespeare...
A dança, o prazer... o se mover, a cinesologia, a mágica... seja no balé, seja no hip hop...
O cinema, os filmes... é mostrar o sonhar como no Mágico de Oz, o cantar e dançar na chuva, a determinação e o amor como em "Funny girl"...
E a vida que é a junção de tudo isso! E tudo isso se transformando no prazer em se viver!


Feito por Nathálya Marinho

Senhores leitores, vivam a arte!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A única certeza é a incerteza



Na vida fazemos várias escolhas, seguimos diversos caminhos e lidamos com várias situações no dia-a-dia. Mas, como saber o que é certo, como saber se aquilo o que fazemos é certo.
Somos seres pensantes e que sempre acionamos a desconfiança nas ideias, nunca sabemos o que é certo ou errado vai depender das circunstâncias, só sabemos que sempre viveremos eternas dúvidas em diversas situações, por que a dúvida é o combustível que aquece o nosso pensamento e proporciona as nossas ações.
A incerteza de algo é a única certeza que temos, pois sempre em qualquer situação agimos pensando que aquilo é certo para aquele momento, mas posteriormente as pessoas ficam a se perguntar se era aquilo mesmo, se não poderia ter sido diferente.
Portanto, a vida é uma caixinha de incertezas, onde a única certeza é que tudo é incerto, que não compreendemos os vários significados da vida, que buscamos, que tentamos acertar, mas sempre haverá o poder de nos ausentarmos da convicção, de desconfiar, de duvidar.

"Só sei que nada sei."
- citado por Platão in: "Apologia de Sócrates", o primeiro discurso, 21d

Feito por Nathálya Marinho

Obrigada pela atenção, queridos leitores!

sábado, 26 de novembro de 2011

Solidariedade

(Nathy Marinho)

A vida nos dá vários caminhos. Nós meros mortais vivemos dia após dia em dicotomias como amor e ódio, bem e mal, ser ou não ser... cabe a nós escolher como queremos seguir.
Ser solídário, ser fraterno, ser amigo, ser irmão... Podemos seguir esse caminho, fazer pelos outros aquilo que gostaríamos que os mesmos fizessem por nós, respeitar, ajudar, compartilhar, amar o próximo como a nós mesmos... e com tudo aprender a se colocar no lugar das outras pessoas.
Primeiro aprender a conhecer e amar a si próprio, por que só assim estaremos abrindo as portas e caminhos para respeitar as outras pessoas. Respeitar ambas as partes é o primeiro passo, para que em nossa trajetória de vida possamos fazer jus à palavras como solidariedade e fraternidade.
Há uma palavra essencial nesse processo "aproximação", temos que saber nos aproximar... não é chegar esperando algo em troca, não é ajudar sempre esperando algo... é simplesmente ajudar  por que o outro necessita, é fazer para se sentir bem, para que o outro se sinta bem, é humanizar, é saber enxergar o que o outro precisa, é ter o coração bom e a mente aberta...
É quando você ver a necessidade de um amigo, inimigo ou um desconhecido parar para ajudar, para escutar, alimentar, abrigar, é quando um colega te pedir ajuda para estudar e você na mesma hora dizer "claro que sim, pode contar comigo", é ser companheiro, é compartilhar... e acima de tudo é ter espontaneidade.
Enfim, podemos viver nossa individualidade, mas não podemos esquecer que não vivemos sem as outras pessoas, a vida é coletiva, então vamos construir fraternidade, vamos ser irmãos. Vivemos os momentos, as ações, e tudo isso pode gerar solidariedade, nos ajudando a ter uma melhor estadia neste mundo, neste plano.

Feito por Nathálya Marinho


Hino da Campanha da Fraternidade de 2009, fonte: http://www.youtube.com/watch?v=S_2nLCXIYsI



Obrigada pela atenção, queridos leitores!